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Investimento em cripto: Bitcoin, Hash11 e fundos de criptomoedas

Guru Flow 26/09/2021

Por dentro…

Até que em fim um momento de alívio..
Que o Ibovespa está passando por um momento difícil já não é novidade. Mas só tomar porrada ninguém aguenta, é bom reagir de vez em quando. Pois bem, esta semana nosso querido índice esboçou uma reação depois de apanhar por duas semanas consecutivas. Puxado, principalmente, pela forte alta dos papéis de commodities, acumulou 1,65% de lucros.
Depois de um baita susto no início da semana, com o risco de falência da chinesa Evergrande, os mercados mundiais voltaram a encontrar felicidade com a sinalização de que os compromissos da incorporadora seriam honrados. E como notícia boa atrai notícia boa, as commodities brilharam no mercado internacional e refletiram a alta do índice brasileiro. 
Outro destaque foi fabricante de aviões Embraer, que firmou um acordo para o desenvolvimento de aeronaves autônomas para o agronegócio. Os papéis da empresa brasileira, EMBR3, dispararam 14,27% ao longo da semana.    
Para os próximos dias, continuam no radar as Reformas Tributária e Administrativa, a crise hídrica e as soluções para os precatórios.

📅Calendário:

  •  27/09 – Boletim Focus
  • 30/09 – IGP-M
  • 01/10 – PMI Industrial Brasil e EUA

🌐 Mercado

📈 Sobe e desce da bolsa

😮 Viu isso?

O banco central da China anunciou que todas as transações de criptomoedas são consideradas ilegais, banindo tokens digitais como o Bitcoin. “As atividades comerciais relacionadas à moeda virtual são atividades financeiras ilegais”, disse o Banco Popular da China, alertando que “põe seriamente em risco a segurança dos ativos das pessoas”. A cotação do Bitcoin despencou mais de US$ 2.000 após o anúncio.

A negociações de criptomoedas foram oficialmente banidas na China em 2019, mas continuaram online nas exchanges estrangeiras. Mas de uns tempos para cá o governo apertou o cerco. Em junho, solicitou aos bancos e plataformas de pagamento que parassem de facilitar as transações e proibiu a “mineração” das moedas. A última declaração é a validação de que o país asiático tem interesse em minar a operação de criptoativos, desde a mineração às negociações em bolsas.

A tecnologia das criptomoedas depende de muitos computadores distribuídos verificando e reverificando transações em um sistema de blockchain. Como a China tem custos de infraestrutura baixos e maquinário barato, se tornou um grande polo minerador. A atividade é tão popular que os gamers têm reclamado da escassez das placas de vídeo mais poderosas, que os mineradores usam para processar criptomoedas.

Para se ter uma ideia de quanto a repressão chinesa já atingiu a indústria de mineração, em setembro de 2019, a China era responsável por 75% do consumo mundial de energia para mineração de Bitcoin. Em abril de 2021, registrou uma queda de quase 40% e esse percentual caiu para 46%.

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Roberto Catao

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