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Com cenário caótico na Bolsa de Valores, renda fixa brilha

Renda Fixa volta a brilhar e Bolsa de Valores perde tração

À medida que o juro e a inflação sobe, a renda fixa ganha maior atratividade

O mês de novembro não foi nada agradável para quem acompanha o índice Ibovespa. Ele fechou novembro com desvalorização de 1,53%, colecionando consecutivas perdas e um cenário de 101.915 pontos, o nível mais baixo do ano.

Com cenário caótico na Bolsa de Valores, renda fixa brilha

As incertezas econômicas no cenário nacional, PEC dos precatórios, e fatores externos como a descoberta da nova variante, a Ômicron, fez com que boa parte dos investidores migrassem para a renda fixa, ainda mais com cenário de inflação alta, juros alto, que deixam os ativos mais interessantes.

Outro fato relevante para quem busca a renda fixa é que nesse cenário de incertezas, essa opção oferece certa segurança e proteção.

Para se ter uma melhor noção, as corretoras já expõe produtos como fundos de renda fixa com redimento médio entre 0,60% e 0,70%; fundos DI entre 0,58% e 0,68%; CDBs, entre 0,53% e 0,63%, dentre outros, como LCIs que pagam mais de 12% ao ano, isento de IR.

O rendimento na renda fixa continua abaixo da inflação medida no mês de novembro, mas está muito mais atrativa que em março, quando o Banco Central iniciou o atual ciclo de elevação da taxa básica de juros, tendo como ponto de partida a Selic de 2%.

Em março o rendimento médio dos mesmos ativos estavam em: fundos de renda fixa e os DI renderam nominalmente entre 0,13% e 0,23%, em média, e os CDBs, na faixa entre 0,14% e 0,24%. A inflação oficial de março ficou em 0,93%.

O que esperar para o último mês do ano?

O mês teve início em meio ao cenário agravado da nova cepa do coronavírus com possíveis efeitos da ação do novo vírus sobre o processo de retomada de atividade econômica global.

Mesmo com notícias sobre a Cepa ser menos agressiva, a preocupação que deve manter investidores e gestores cautelosos e na defensiva, mas propício à volatilidade nos mercados, sem indicação de tendência. Sobretudo na bolsa de valores.

Algo certo é que na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), marcada para os dias 7 e 8 de dezembro, é a nova. A previsão é de uma alta de 1,50 ponto porcentual, que levaria o juro básico de 7,75% ao ano para 9,25%.

À medida que o juro sobe, a renda fixa ganha maior atratividade. Por dois motivos: pela apatia da renda variável e pela perspectiva de que, com as contínuas elevações, as taxas de juros passarão em algum momento à frente da inflação, como apontam as últimas estimativas do mercado financeiro.

No último boletim Focus, economistas projetaram uma inflação de 10,15% para este ano e de 5,00% para o próximo, e a Selic, em 9,25% em 2021 e 2022 em 11,25%, fato que torna a renda fixa ainda mais atrativa já que índices atrelados a inflação ou a Selic poderam ter ganhos super atrativos.


Mas é aquilo… investidores experientes enxergam esse cenário como uma verdadeira black friday no mercado de ações, e evidenciam grandes oportunidades para quem investe na bolsa de valores.

E você como irá se comportar com essas projeções? É hora de comprar ou vender? É hora de migrar seus investimentos?

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